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Inscrições para Reunião Técnica do Programa Criança Feliz estão abertas

Os 43 municípios tocantinenses que aderiram ao Programa Criança Feliz (PCF) já podem realizar sua inscrição para Reunião Técnica de Alinhamento que ocorrerá nos dias 14 e 15 de agosto, no Auditório dos Conselhos e Comissões da Secretaria de Estado do Trabalho e da Assistência Social (Setas), em Palmas. As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de agosto, acessando aqui.

A reunião será realizada pela equipe da Setas, responsável pelo programa no Estado, e contará com o apoio da consultora técnica do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Roberta Sousa.

De acordo com a coordenadora do PCF no Tocantins, Katilvânia Guedes, a reunião tem o objetivo de prestar apoio técnico às equipes municipais envolvidas na execução do Programa. “Devem participar da reunião, os secretários municipais de assistência social, coordenadores e supervisores responsáveis pelas visitas domiciliares do PCF”, explicou a coordenadora.

Entre os temas que serão abordados estão a apresentação do panorama de implantação do programa no Estado, o perfil e a atuação dos diferentes sujeitos envolvidos na gestão municipal, o papel do comitê gestor intersetorial municipal, a elaboração do Plano de Ação, as orientações sobre o sistema de registro e o acompanhamento do público atendido (prontuário eletrônico do Sistema Único de Assistência Social), além de orientações quanto ao recebimento e à utilização dos recursos do cofinanciamento federal do PCF.

Sobre o Criança Feliz

O Programa Criança Feliz tem o intuito de desenvolver políticas públicas para melhorar a qualidade de vida na primeira infância, a fim de promover o desenvolvimento infantil integral e incentivar as famílias a cuidarem da melhor forma das suas crianças. No Tocantins, 43 municípios já aderiram à iniciativa e outros 37 estão aptos a aderirem até o dia 18 de agosto. O programa tem como público-alvo: gestantes, crianças de até três anos e suas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; crianças de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Comunitária (BPC) e suas famílias; e crianças de até seis anos afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medidas de proteção.

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